Deixa a vida fluir;
Deixa a vida cantar;
Deixa o meu Sol brilhar;
Para todos.
Um sorriso no alegrar;
Nosso corpo um flutuar;
Num incessante amar;
Para todos.
Gotas a
cambalear;
O mar a bravejar;
O garoto a assoviar;
Para todos.
O universo não é para mim;
Não é para você;
É para todos.
Quem é o bruxo, quem é o mandarim;
Que se desprende de mim;
E voa por esses confins;
De tons seletos;
Para todos.
Para todos os amigos;
Irmãos e irmãs;
Pais e mães;
Para este filho não compreendido;
Que vai e volta por seus sonhos;
Iludido, despreendido, persuadido,
pérfido.
Paulo Grebim 1998
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