terça-feira, 5 de agosto de 2008

OS BALANÇOS DO PARQUE

OS BALANÇOS DO PARQUE


Já não inclinam – se mais as correntes coloridas;
Agora paradas, sujas e enferrujadas.
A emoção da pueril idade;
Encerrada pelos portões que livres foram um dia.

Já não revela – se mais a emoção;
Da tenra carne que ali habitava;
Não há mais gritos nem há mais distorção;
Que prontamente do lugar emanava.

Já não inclinam – se mais os balanços do parque;
Agora sós e emudecidos;
Uma tristeza que eles corrói e em mim arde.

Mas nem sempre foi assim;
Pois livres foram um dia;
Os balanços que tanto me deram alegria.

PAULO GREBIM

2 comentários:

Caroline Grechi disse...

O.o

tchêe..mto lindo.

lindaas palavras.

bah, mto tri..

mi perdi nos balanços da pracinha..

ehehe..

parabéns!

"e o Paul ficava e repetir"..

:D

Caroline Grechi disse...

Atualiza aí meu ¬¬

depois le as minhas viagens tbm..

www.versosinstrumentais.blogspot.com

bjo!