OS BALANÇOS DO PARQUE
Já não inclinam – se mais as correntes coloridas;
Agora paradas, sujas e enferrujadas.
A emoção da pueril idade;
Encerrada pelos portões que livres foram um dia.
Já não revela – se mais a emoção;
Da tenra carne que ali habitava;
Não há mais gritos nem há mais distorção;
Que prontamente do lugar emanava.
Já não inclinam – se mais os balanços do parque;
Agora sós e emudecidos;
Uma tristeza que eles corrói e em mim arde.
Mas nem sempre foi assim;
Pois livres foram um dia;
Os balanços que tanto me deram alegria.
PAULO GREBIM
2 comentários:
O.o
tchêe..mto lindo.
lindaas palavras.
bah, mto tri..
mi perdi nos balanços da pracinha..
ehehe..
parabéns!
"e o Paul ficava e repetir"..
:D
Atualiza aí meu ¬¬
depois le as minhas viagens tbm..
www.versosinstrumentais.blogspot.com
bjo!
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